COMO MELHORAR O SISTEMA IMUNOLÓGICO

Data: 08/04/2021 | Imunidade

Você sabia que o sistema imunológico enfraquecido afeta órgãos específicos do corpo humano, o que pode comprometer sua saúde em geral? A queda de defesa imunológica pode estar associada a diferentes eventos estressantes. Estes eventos podem ser de origem psicológica, emocional, orgânica e física, gerando prejuízos no sistema imunológico.

O nosso sistema imunológico é formado por uma rede de células e moléculas espalhadas por todo o organismo, reconhecendo determinadas estruturas moleculares ou antígenos e na produção de anticorpos, oferecendo uma resposta eficaz diante destes estímulos, destruindo ou inativando.

 

Podemos dizer que o sistema imunológico é um sistema eficaz de defesa contra microrganismos que penetram no organismo ou contra a transformação maligna de células (contra o desenvolvimento de infecções e tumores).

 

Contudo, o ser humano desenvolve mecanismos de defesa complexos, como a capacidade de ao longo do tempo se adaptar para reconhecer de forma eficiente agentes patogênicos, conhecida como resposta imune adquirida.

 

Porém, são vários os fatores capazes de modificar o comportamento do sistema imunológico, como a idade, os fatores genéticos, metabólicos, ambientais, anatômicos, fisiológicos, nutricionais e microbiológicos.

 

O envelhecimento provoca modificações estruturais e funcionais no sistema imunológico. Mas, os fatores genéticos são importantes na eficácia da resposta imunológica e estão relacionados em determinados níveis de suscetibilidade a certas infecções na população.

 

Os fatores nutricionais também estão relacionados com reduções da capacidade imunológica. Os déficits dietéticos específicos de minerais, aminoácidos e vitaminas do complexo B, podem causar efeitos prejudiciais no desenvolvimento da imunidade. A deficiência de ferro está associada a um aumento da prevalência de infecções, e o déficit de zinco e magnésio estão relacionados com quedas de imunidade.

 

Outro aspecto importante que deve ser mencionado para fortalecer o sistema imune e fazê-lo responder contra os microrganismos invasores é por meio da vacinação, principalmente quando criança, para estimular a produção de anticorpos e evitar desenvolver doenças.

 

Como melhorar o sistema imunológico?

O que fazer para melhorar o sistema imunológico, contribuindo para seu funcionamento adequado e, assim nos proteja de doenças como: alergias, asma, gripes, herpes, entre outras. Veja as dicas abaixo:

 

Exercícios físicos regulares

O exercício físico induz alterações temporárias no sistema imunológico, as quais dependem da intensidade, da duração e do tipo de exercício e que determinam as mudanças ocorridas sobre o sistema imune durante e após o exercício físico.

 

O exercício físico está associado às variações do comportamento fisiológico, psicológico e do sistema neuroendócrino. Assim, a prática desportiva regular produz diversos benefícios para a saúde, entre eles, melhorar os mecanismos de defesa do organismo.

 

Alimentação saudável

A relação do sistema imunitário e a nutrição está em uma ingestão adequada de alimentos com nutrientes específicos, como as vitaminas e minerais, favorecendo as funções das células de defesa do organismo e melhorando a qualidade de vida dos indivíduos. Os aminoácidos também ingeridos pela alimentação ajudam no sistema imunológico.

 

Alguns alimentos ricos em aminoácidos de origem animal e vegetal são: peixe, ovos, leite, carne de porco, carne, aves, iogurte, queijo ricota, queijo cottage. De origem vegetal apenas a Quinoa é rico neste aminoácido.

 

Gerenciar o estresse

O estresse é uma reação fisiológica do organismo causada por diferentes fatores físicos e emocionais, em resposta a estímulos externos e internos, mediado por ação de hormônios neurotransmissores e ativação do eixo hipotálamo-hipófise-Adrenal, promovendo ação moduladora e reguladora entre si e, também no sistema imunológico. O desequilíbrio desse sistema pode acarretar em diversas doenças.

 

Qualidade de sono

Isso mesmo, insônia ou dormir mal à noite diminuem a resposta imunológica. Considerando que o sono é uma necessidade física primordial para uma boa saúde e uma vida saudável, na qual há uma restauração física que protege o indivíduo do desgaste natural do dia a dia.

 

Existe outra alternativa para melhorar o sistema imunológico?

Existe sim! E, você irá conhecer agora. Estamos falando da GLUTAMINA.

 

Vamos conhecer um pouco sobre a GLUTAMINA e seus benefícios?

 

O que é GLUTAMINA?

A glutamina é um aminoácido não essencial (pode ser sintetizado pelo organismo no tecido muscular a partir de outros aminoácidos: ácido glutâmico, valina e isoleucina) que está presente em muitas proteínas, sendo o aminoácido mais abundante no plasma e nos tecidos.

 

Para que serve?

A glutamina tem a função de oferecer energia ao sistema imune, pois é absorvida pelas células de divisão rápida. Outra propriedade da glutamina é o fato desta proteína estar presente em 20% de todo conteúdo do plasma, principalmente dos músculos.

 

A suplementação de glutamina, foi estudada como uma possibilidade de recuperar o sistema imune de atletas em períodos de exercício intenso.

 

Dentre suas inúmeras funções, a glutamina é fundamental para otimizar o balanço nitrogenado e manter a síntese protéica muscular, além de ser uma fonte energética importante para todas as células do sistema imunológico,

 

A glutamina ajuda também no crescimento e a manutenção celular, funcionamento de órgãos como coração, pulmão, rim, fígado, intestino e cérebro, além de transportar nitrogênio na corrente sanguínea, o que beneficia o processo de ganho de massa magra, pelo aumento de síntese proteica.

 

No sistema imunológico a glutamina estimula a produção de linfócitos T e B e imunoglobulina A (IgA). Mesmo quando em repouso, linfócitos, macrófagos e neutrófilos, são células que se dividem rapidamente e consomem glutamina em altas taxas. Com isso, as concentrações adequadas desse aminoácido no organismo permitem maior eficiência na função celular.

 

A utilização da glutamina é essencial na participação de importantes atividades metabólicas, principalmente no sistema imunológico e na regulação do organismo. A GLUTAMINA é considerada um aminoácido condicionalmente essencial sob certas condições clínicas como traumas, estresse, septicemia, câncer e esforço físico intenso.

 

Mesmo com a grande reserva muscular de glutamina, os estoques endógenos podem reduzir-se em adultos e crianças durante grandes cirurgias, queimaduras extensas, septicemia e inflamação. Assim, a demanda metabólica excede a sua capacidade de síntese, sendo necessária a suplementação da dieta.

 

Em razão dessa particularidade, a glutamina foi recentemente classificada como um aminoácido condicionalmente essencial, sendo indicado o uso e suplementação desse aminoácido na terapia nutricional

 

Como funciona a GLUTAMINA?

A glutamina tem uma finalidade fisiológica essencial para o equilíbrio das funções do organismo, reduzindo o impacto de condições relacionadas à sua própria saúde, como maior incidência de infecções, devido à queda de defesa do sistema imunológico.

 

Quais são os benefícios da GLUTAMINA?

Com níveis adequados de glutamina no corpo, o organismo evita períodos de catabolismo e permanece em equilíbrio. Os estudos disponíveis mostram que a suplementação da GLUTAMINA, pode auxiliar no combate às infecções, sendo considerado um agente coadjuvante importante no tratamento de enfermidades que levam a estados hipermetabólicos (metabolismo muito aumentado).

 

Quanto usar de GLUTAMINA?

Pode ser encontrada em pó, sachês ou cápsulas. O pó pode ser adicionado a água filtrada, chás e sucos. Geralmente as doses são de 5g podendo variar de acordo com as necessidades individuais conforme orientação de um profissional habilitado (médico ou nutricionista), para estabelecer o consumo diário adequado, de acordo com a avaliação do indivíduo.

 

Recomenda-se a ingestão de frutas e carboidratos simples, para auxiliar na metabolização mais rápida da glicose e oferecer a energia ideal ao organismo, poupando as proteínas musculares.

 

A GLUTAMINA tem efeitos colaterais?

Por ser um produto naturalmente presente em no próprio corpo humano, não há contraindicações para o uso de glutamina, porém deve ser evitada por diabéticos.

 

Onde comprar?

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Referências

MARTÍNEZ, Alfredo Córdova; ALVAREZ-MON, Melchor. O sistema imunológico (I): Conceitos gerais, adaptação ao exercício físico e implicações clínicas (1999). Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbme/v5n3/10.pdf. Acesso em: 14 mar. 2021.

 

MAGNAGO, Carlos André D; ALVES, Marcos Julian Da Silva. Influência do treinamento físico sobre a resposta imune de atletas de elite: estudo de revisão sistemática (2014). Disponível em: https://cefd.ufes.br/sites/cefd.ufes.br/files/field/anexo/Carlos%20Andr%c3%a9%20e%20Marcos%20Julian%20-%20Influ%c3%aancia%20do%20Treinamento%20F%c3%adsico%20sobre%20a%20resposta%20imune%20de%20atletas%20de%20elite%20-%20estudo%20de%20revis%c3%a3o%20sistematica.pdf. Acesso em: 14 mar. 2021.

FONSECA, Neura Cirqueira; GONÇALVES, Jacqueline Coimbra; ARAÚJO, Graziela Silveira. Influência do estresse sobre o sistema imunológico. Disponível em: http://nippromove.hospedagemdesites.ws/anais_simposio/arquivos_up/documentos/artigos/844c84423cfcd7e05d2720770d2ee271.pdf. Acesso em: 14 mar. 2021.

 

SANCHES, Christiane Kleszcz Freitas; BAGGIO, Edilaine Aparecida; OLIVEIRA, Luis Carlos Nobre de; BERNARDO, Daniela Navarro D’Almeida. Possíveis decorrências da suplementação da glutamina no sistema imunológico e na melhora do desempenho de praticantes de exercício físico (2018). Disponível em:  https://apcdaracatuba.com.br/revista/2018/09/TRABALHO6.pdf. Acesso em: 14 mar. 2021.


Sandra Bonfanti

Farmacêutica